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domingo, 19 de outubro de 2014

Esses dias tem sido extremamente esclarecedor em muitos aspectos.
Nessa primeira semana de mudanças, percebi que lidei com situações típicas para demonstrar se eu realmente estou pronta para começar aquilo que me dispus.
Lidar com situações que antes não tinha maturidade, ou não tinha a paz suficiente para lidar está sendo tão recompensador.
Essa paz é tão boa de sentir, de fato hoje eu consigo dizer que consigo ficar sozinha sem surtar ou me entregar do nada por alguém que não mereça.
Estou aprendendo a cada dia mais me dar o valor que eu tenho, sem que isso machuque ninguém, e que antes eu achava que deveria passar por cima de mim para agradar.
Essa minha versão nova é tão reconfortante depois de tantos anos em relacionamentos.

Eu espero o novo de braços abertos, sabendo que dessa vez será muito melhor!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

23/04/2014

Foi o dia que ela terminou comigo, sem muitos rodeios e falas.
A voz não saia, afinal estávamos bem, voltando de viagem, tudo perfeito e calmo.
Ela terminou comigo dizendo as frases clichês como: “problema não é você, sou eu”.
Não queria sofrer a prestações ela disse, não quero prorrogar isso ela disse.
E eu bem, quase não disse nada, as poucas coisas que falei eram irônicas e cheia de magoas.
Quem escuta tudo isso e fica calado?
Não rebate, não tenta fazer a pessoa mudar de ideia, não tenta fazer sua voz valer nesses momentos?
Era o meu amor na minha frente dizendo que não me queria mais, que eu não tinha espaço na vida dela.
Nossos planos, nossos sonhos, nossas vidas.
Você me fez sentir bem, bonita, amada e importante. E logo depois me fez sentir descartada, vazia e sozinha.
Você diz para eu seguir minha vida.
Afinal é muito simples desfazer de antigos sonhos ou planos, ou adapta-los para uma realidade totalmente diferente.
Você diz  que agora, neste momento, não da pra voltar comigo.
Isso não é um sim e nem um não, suas incertezas me apagaram da sua vida como quem apaga uma vela. Não deixa rastros e nem lembranças, só o escuro e silencio.
Eu não te culpo, apenas não entendo.
Hoje, quase duas semanas após o termino, acordei sem chorar e sem vontade de sumir desse mundo.
Não sei até quando vai ser isso, só sei que ainda...
                                     te amo.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Um final de semana em minha vida. Dia vinte.


Eu gosto muito de ironias, talvez por isso minha vida seja repleta disso.

Sexta-feira, Violeta Bar, Rua Augusta.

E-mail da Rafaela.
Rafaela, é uma pessoa que eu amei muito e a magoei e me arrependo, e hoje em dia eu tento superar isso tudo.
Nos falamos aleatoriamente, mas desde que disse que ia tentar supera-la não havíamos nos falado mais.
Eis que surge no meu e-mail, ela perguntando se estava tudo bem. Bem está, e isso me deixou feliz, pois antes eu perdia o equilíbrio e ficava com todas as sensações da face da terra dentro de meu peito.

Sabado, Apartamento da Luyza, Pq. Peruche.

Estava na casa de amigas, quando em meu celular conversando com Natalia começamos a DR.
Natalia foi um caso, nos ficamos algumas vezes e só. Mantemos a amizade.
Mas logo tratei de abstrair.

Domingo, Cinema, Paulista.

Fui para a casa da Fernanda,  minha amiga, e ficamos papeando curtimos um filme e ficamos juntas. Uma companhia que me agrada muito e me faz bem.

Moral

Três mulheres que fazem parte da minha vida de alguma forma, e muita informação.
E no fim, até que estou calma com tudo isso.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de maio de 2012

That’s it!


Com o velho gole de uísque e um cigarro aceso.
No fim acabamos sempre aqui.
Eu poderia simplesmente escrever um texto com diversas amarguras e rancores.
Mas eu prefiro hoje escrever no que se resume a cansaço.
É mais fácil pensar assim, e também mais fácil ver que é isso mesmo.
Deixo todo e qualquer sentimento guardado, seja ele qual for.
Deixo-o quieto, afinal no momento prefiro ser um robô e não sentir mais nada.
E junto dele deixo minhas lembranças, porque é claro elas carregam muitos sentimentos.
Ah como eu queria agora uma tecla de “delete”, pois antes de aperta-la certificaria de que qualquer lembranças que julgasse ruim estivesse lá para ser deletada.
Mas é claro, hoje em dia só posso contar com o artificio tempo para me satisfazer, mas ele não reprime ou apaga qualquer lembrança, ele apenas as suaviza.
Mas quem, ora bolas, quer suavidade em um mundo tão bruto?
“Eu sempre quis suavidade”
Okay, mas a única que consigo é dessa forma, dor, depois tempo, depois quem sabe certa suavidade, que desse é claro acompanhada de uma dose de uísque, seja ele qual for.
Preferia ver de uma forma drástica em que o amor é minha heroína, mas ora que clichê ingrato, amor não faz mal vão dizer, mas talvez seja essa a única forma que sentir até hoje.
Mas meu coração sempre volta a ser suave, sempre volta a bater mais forte, depois de longas e generosas doses de tempo e suavidade.
Então volto para cá, com minha dose de caubói de Jack Daniel’s e meu cigarro já quase no fim.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

E sendo assim eu deixo.
Não é amor é apenas alguma outra coisa.
Aqueles momentos que somente a emoção está presente.
E no nosso sussurro, leves confissões de que ainda não acabou.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Eu não.
Você não o faria por que?
Por medo.
Mas você nem sabe o que significaria...
Já ouviu falar que o mesmo amor que te dá liberdade é o mesmo que te prende?!
Não acredito nisso.
Não, pense assim um dia você amou, mas por “n” acontecimentos você carrega cicatrizes.
Não fale assim, as cicatrizes não podem ter poder sobre suas decisões!
Mas elas não seriam cicatrizes se não estivessem visíveis para te lembrar o que aconteceu.
Deixe o tempo...
O tempo já está no controle, eu apenas sinto medo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

At night... Before the midnight.


As vezes preferia que você atravessasse pela minha mente.

É estranho como ainda espero você chegar.

Eu só precisava de você agora.

Estou cansada de minhas noites tão vazias.

Acontece o tempo todo, estar sozinha e precisar de você.

Não sei como vai ser quando você simplesmente aparecer em minha porta a noite.

Estaria completamente louca?

Eu só sei que não posso mais, e não quero mais...

Eu seria capaz de ama-la por toda minha vida,

Eu já sou capaz de fazer isso sem ao menos conhece-la.

Não é nada para se preocupar, só precisava ser dito.

Mostrar mais palavras é o máximo que eu posso fazer por hora.

Entenda sou uma poesia anônima.

Esperando apenas um motivo para ser escrita.

E desejando alguém que leia.

E a faça eterna!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Eu e as palavras.

Penso que toda vez que paro para escrever e não consigo, é porque estou calma...
Mas eu sei que em meu coração transborda sensações que precisam ser descritas de alguma maneira.
E eu apenas aguardo o momento em que como se uma barreira se quebrasse e deixasse tudo àquilo que carrego em meu peito sair.
E sempre é uma entrega.
Um novo amor, um novo começo.
Let it be, let it be!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pictures of you...

Mais uma fotografia.
Empoeiradas em alguma caixa.
São tantas, tantas...
Em algum momento eu as olharei novamente, ou talvez não se faça necessário.
O meu agora é tão intenso e desconhecido.
Só são algumas fotografias...
Quando eu olhar para elas de novo, verei apenas alguns bons momentos que podem ser pendurados em alguma parede.
Eu sempre soube que seria assim.
Mas eu ainda não consigo lembrar os motivos pelo qual me apaixonei por você.
Apenas me lembro de me apaixonar com um abraço, e desgostar com uma partida.
Isso já é o suficiente.
Quando foi mesmo a ultima vez que nós nos falamos?
Engraçado, por que eu ainda guardo aquelas coisas...
Acho que nunca saberei responder, ou apenas ainda não quis me livrar disso.
Quem sabe em algum momento eu... Me canse?! Não seria essa a palavra, acho que seria deixar de guardar bobeiras...
Mas até lá...
Serão apenas fotografias em um caixa qualquer.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Sabe o que eu penso disso tudo?! Que no fim todos nós teremos um final feliz.
Mas como você pode ter tanta certeza?
Porque eu vou lutar por isso.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O amor e outras drogas...

Sou uma dependente desse sentimento.
Aquele que faz meu coração bater descompassado.
Faz meus olhos enxergarem o mundo melhor.
Me deixa tremula, e sorridente.
Tudo se torna leve.
Adoro estar “drogada”.
Mas hoje em dia isso anda tão em falta.
Confesso que vivo em abstinência.
Sem cor, sem vida, e por fim careta.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um pouco de intensidade.

Diga-me o que você anseia tanto?

O que te faria feliz agora?

Você quer gritar?

Por que você está chorando?

O que eu te fiz?

Você está louca?

Apenas jogue as palavras para fora!

O que você quer tanto que eu entenda?

Eu já não sei o que significa certos sinais!

Apenas me responda, o que eu preciso fazer para te acalmar?

Só me abrace e fique comigo essa noite...

Uma dose de amor.

Ela era aquela que sempre pertenceu a alguém.

Perdida em sua vaga solidão, seus pensamentos a fizeram perceber, havia tanto amor ali dentro... Mas para quem ela destinaria?

Uma eterna apaixonada.

Não se importava em dizer isso, afinal era a realidade. Apenas tinha cansado de dizer a pessoas erradas.

Toda vez que caia demorava-se a levantar. Como sempre suas quedas representavam o fim de um ciclo, nem sempre tão fácil assim de se desvencilhar.

O que seria seguro agora? Somente sonhar não tinha mais sentindo, queria viver, mostrar, descobrir um novo mundo, novas cores, novos significados.

Sentia cada vez mais, sentia...

Queria.

Ansiava.

Desespero...

Queria gritar para o mundo inteiro ouvir, ou melhor, encontrar alguém para ser seu mundo.

Tanto amor... Para ficar contido dentro do peito.

Tanto amor... Para nada.

Ela fazia suas escolhas, e tinha suas sentenças...

Seus erros apenas um vazio secreto, cheio de desejos que a faziam atropelar suas atitudes.

Ela nunca se esqueceria dos sonhos que já tinha sonhado, mas nunca realizou.

As cartas a sua mão sempre mudavam, mas o jogo era sempre o mesmo.

Esse jogo que ainda não tinha aprendido a principal regra... Ser feliz, independente de tudo, independente desse amor contido, independente dos seus sonhos, apenas teria que ser.

Precisava ser, mas não sabia quando conseguiria.

Sua felicidade era relativa, ou melhor seletiva.

Era feliz até certo ponto, mas queria mais, se permitia sonhar sempre mais...

E teria mais...

Sinta.
Todo meu amor.
Intenso.
Quando sua pele toca.
Meu desejo.
Querendo te provar inteira.
Que queima.
Que quer fazer de mim só sua.
Satisfaz.
E se entregar para mim.
Permita.
Perca os sentidos.
E se perca.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Frágil

Insatisfeita.
Sempre fora assim, apenas não entendia muito bem. A solidão corriqueira com que ando encarando minha vida ultimamente é tão intensa. Não que eu esteja sendo uma criança mimada querendo colo, já consigo dar meus passos por ai, calada.
Bem aqui dentro.
O que tem ai?
Flores, perfumes, alguns sons e talvez haja um pouco de felicidade...
E o que você quer que eu faça?
Apenas fique um pouco por lá.
Mas...
Por favor, eu sei que não é isso que você quer, só fique um pouco lá... Entendo que esteja sendo um pouco egoísta, mas é que preciso desse um pouquinho.
E o que você quer que eu faça quando entrar?
Apenas cuide bem, ai é meu lugar de fuga, meu esconderijo, meus sonhos ficam guardados ai.
Mas eu sou um sonho?
Por hora sim meu bem.
Mas eu achei que fosse sua realidade.
Não, não, prefiro te ter em um sonho, onde jamais acaba do que uma realidade frágil...
"A festa acabou...
E ela deixou meu peito aberto.
Em alguma parada em meu caminho para casa esqueci qual era meu nome.
Decidi me esconder, lá dentro do peito, mas onde foram parar minhas ilusões?
Não, não, devem estar por aqui.
Olho mais um pouco e vejo um vazio... Será que elas se foram para sempre?
E então só me dei conta, que direção eu irei tomar? Agora meu coração dói e não tenho para onde ir...
Nem me dei o tempo de pensar, parti...
Joguei minhas lamentações e decidi seguir... Já não agüento, mas preciso tentar... Já não tenho ninguém para me salvar, eu quero ser salva?"

Como escrever sobre um romance se minha vida está como qualquer música da Banda UÓ?!

Cansei de amor e agora eu quero um pouco mais de humor...

2012, enjoy!

"Post dedicado ao meu maravilhoso ano novo em Goiânia junto aos meus queridos amigos de lá"

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O que eu quero...

Tentando se encaixar em outro mundo.
Seres imperfeitos, lutando por migalhas de atenção.
As cicatrizes sempre estarão lá não é mesmo?
Mas elas não impedem que eu continue a sentir... Mas o que eu sinto?
Uma historia tão torta que meus desejos se perdem...
Em suas mãos ficaram meus sonhos,
Ah como eu pude deixá-los tão soltos...
Eu não tinha idéia, sempre fora tão ingênua. Você jamais se lembraria disso não é mesmo?
Aquela minha chama se apagando dentre suas mãos geladas.
Qual era mesmo a razão pela qual eu te amava?
Eu já nem me importo mais...
Estou dizendo Adeus, mas não é para você.
Um adeus murmurado apenas para meu coração entender de vez,
Não acredito mais em tantos sonhos.
(risos)
E isso já tem tantos anos...
Me deixei cair em ilusões
E isso já tem tantos anos...
Quase mórbido, um desespero, uma tentativa, vários passados...
Distancia, sim é isso que eu quero, distancia do meu coração e quem sabe um pouco de diversão para uma mente vazia...
Vazio.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A viagem...

"Ela se despediu.
Odiava despedidas, mas dessa vez era necessário.
Sufocou o coração segurando suas lagrimas.
A partir dali ela sabia que nada mais seria o mesmo, e mesmo estando perdida ela iria seguir.
Deixou para trás algumas lembranças desnecessárias, colocou na bagagem os sonhos antigos e foi.
Foi para onde ninguém podia segui-la, se sentia doente demais para ter alguém próximo.
Era nítido que o caminho a ser trilhado não teria nenhum espaço para ancorar em algum porto que se julga seguro, não haveria espaço para mais paixões.
Sentia medo, como viveria assim?
O mundo a sua frente está tão quieto...
Sabia que mentia constantemente para ela mesma, sabia que estava fazendo uma viagem sem volta, mas o necessário nem sempre é o que queremos.
Em alguma de suas paradas, encontrou alguém, alguém como um brilho, medo, sentiu medo, o que faria?
Deixaria os ventos carregarem sua saudade?
Fechou os olhos e deixou-se levar em algum sonho, deixando escapar para uma próxima oportunidade, uma nova oportunidade com gosto de lembranças que ainda não aconteceram.
E caminhou até o silencio do mundo novamente.
Somente sussurrando, lembre-se de mim..."