segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Meninas, mulheres, amantes e delicadas. - Continação

E que beijo, nem percebi o meu vestido levantado na altura da cintura. Suas mãos percorriam meu corpo, seu beijo era urgente, minha respiração ofegante, e soltei um gemido quando a ouvi dizer:

- Sempre soube que você gostava, você me olhou a festa inteira.

Confesso que não senti nem um pouco de vergonha por isso, estava adorando aquela “pegação” que rolava no banheiro.

Ela sem nenhum pudor me prensou na porta e me tocou, ao sentir minha excitação ela gemeu e disse:

- Você esta uma delicia!

O pouco que tentava me conter para correspondê-la foi por água abaixo. Me entreguei totalmente a ela, ali mesmo, sem medos ou receios. O mais difícil foi me equilibrar quando ela decidiu dizer ao meu ouvido:

- Eu quero sentir seu gosto, quero te chupar inteira.

Alguém me explica como recusar isso?!

Nem percebi quando lá fora, minha prima e minha tia chamavam meu nome, preocupadas com minha possível bebedeira.

Respondi alguma coisa qualquer e tentava controlar minha respiração e gemidos.

Quando dei por mim, via minha tia gritando ainda mais do lado de fora e tive que tirar a Patrícia lá debaixo para sairmos, afinal sabe lá quanto tempo estávamos lá dentro.

E peguei pelo rosto e disse para ela com calma que precisávamos nos recompor, afinal a nossa tia estava lá fora.

O duro foi sair com aquela cara vermelha de dentro da cabine, ela bêbada nem se deu ao luxo de disfarçar enquanto eu ainda tentava me recompor.

Minha tia por sua vez, junto com Letícia minha prima, fingiram que nada viram e demonstraram uma certa preocupação com o fato de ter “passado mal” com a bebida.

Disse que estava bem e que não havia com o que se preocupar.

Todas resolveram sair do banheiro e irmos embora, Patrícia estava bem “alta” e iria dirigindo, fiquei preocupada e o que obtive como resposta foi ela apertou minha bunda e disse que estava tudo bem.

Nem preciso dizer que voltei para casa com um imenso sorriso para casa aquela noite né?!

Continua....

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ser lésbica e solteira - Parte IX

Humm.
Sexta-feira é sempre um dia propicio a encontros, farras, bebidas e tudo mais.
Percebo que ainda tenho certa dificuldade de lidar com minha carência, e acabo me apegando de cara a muitas pessoas pelo simples fato de elas conversarem comigo.
É muito difícil me controlar e aceitar os fatos.
Estou solteira, e não quero me envolver com ninguém. Eu disse NINGUEM.
Mas como faz com a carência, aquela vontade de abraçar e beijar, de sentar e encostar a cabeça no ombro de uma pessoa e dizer como foi seu dia?
Coloco mil pensamentos na minha cabeça a fim de sufocar essa maldita, penso, me programo, faço um milhão de coisas, mas ainda sinto-a por perto.
Decidi não mais ligar para ela e ver o que realmente acontece.
Preferi escrever ao invés de sufocar essa leve angustia aqui dentro.
Resolvi me desafiar e aprender a lidar com minha solidão.
Descobri como é fazer minhas vontades sem depender de terceiros, satisfazer meu coração e aproveitar minha própria companhia.
Não sei direito o que fazer, mas eu vou fazer tudo que eu puder para mudar isso em mim.
E tenho dito!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Bem estar.

Logicamente que após a ultima tentativa de tirar minha vida eu fiquei extremamente introspectiva.

Não me agradará o fato de tentar tirar minha vida, me vi ao fim do poço.

Depois de tantos anos com relacionamentos desastrosos, problemas diversos, dentre eles o financeiro, eu percebi que precisava recomeçar.

Mesmo estando solteira há quase quatro meses, a ficha realmente caiu agora.

A hora do ponto final em certas atitudes era necessário.

Primeiro passo, de onde começar?

Havia tantas incertezas, tantos medos, tantas decepções!

Comecei por onde era mais delicado, meu Eu.

Quem eu era, quem estava sendo e o que pretendo ser.

No embalo desses pensamentos, levantei-me e decidi parar com tudo, recomeçar do meu zero.

Quais eram meus medos, bem ainda não sei ao certo, mas o maior e mais difícil era a solidão.

Sempre almejei uma família, um casamento, alguém com quem pudesse caminhar.

Mas percebi que antes disso queria alguém para fugir dos meus problemas me focando nos dos outros.

Dura realidade, e percebi que dentro desse patamar, havia tantos problemas pessoais que me matavam antes mesmo de minar um relacionamento.

Sempre fora audaciosa, fiquei até surpresa com essa revelação, nunca tive duvidas para resolver, sempre fui pratica ao extremo até, e perceber isso notei, era pratica com terceiros, no meu intimo todos estavam “empacados”, sem soluções, apenas lá esperando alguma atitude.

Pude compreender tudo, e todos meus relacionamentos anteriores tiveram um clarão de certeza. Nunca dará certo sem isso.

Por que tinha tanto medo de encarar minha realidade?

Sempre conquistei tudo que queria, tenho um bom emprego, estável uma remuneração satisfatória, minha faculdade, ah essa sim sempre sofreu com meus impulsos, pela terceira vez tento me graduar, sempre fora deixada de lado a mercê de meus impulsos, finalmente moro sozinha, uma conquista minha que sempre quis, meu canto, minhas coisas, meu espaço, minha liberdade.

Não me satisfiz em ver o que estava fazendo, e fui mais a fundo, olhei-me dentro de meu espelho d’alma, e o que vi foram promessas e tentativas fracassadas de alcançar algo que suprisse minha insegurança.

Incrível, sempre fui insegura, não me achava capaz, digna, e coisa e tal. Como podia?

Percebi que por isso, nunca terminara de fazer minhas coisas, parava pela metade.

Preguiça, desmotivação, gente quanta coisa.

Fiquei preocupada com o que vi.

Mas ao mesmo tempo me via forte, capaz de mudar tudo isso, buscar soluções e pensamentos diferentes para todos os problemas.

Decidi estudar a meu modo e assim me disciplinar a minha espiritualidade, decidi enfim encarar minha vida como se deve: Com coragem, perseverança e fé.

Meu coração antes vazio, se enche de alegria por ver que finalmente comecei a respeita-lo.

Ainda a muito para ser acertado, mas hoje já obtive uma certeza, um novo ciclo começa!

Reflexão.

Eu, desde o ultimo texto que escrevi aqui no blog, me fechei em duvidas e receios.

Sábado pela manha, acordei com o corpo moído e me sentia desmotivada para levantar até mesmo para ir ao banheiro.

Levantei-me e por um momento decidi, não dava mais para continuar assim. Precisava tomar uma posição perante minha vida.

Tomei um banho e sai, iria para Av. Paulista, comprar livros e passear.

Chegando a Livraria Cultura dentro do Conjunto Nacional, fiquei inquieta. Não sabia que livro comprar, e por fim decidi olhar os livros, até que veio um nome a minha cabeça “Ninguém e de Ninguém / Zibia Gaspareto”. Confesso que foi muito estranho, mas logo decidi procurar o bendito livro, há tempos meu amigo Fabio falou para lê-lo, ao encontrar já desci feliz para pagar.

Paguei e sai, fui direto a algum lugar para poder ler, como estava com fome decidi ir ao Mac Donald’s comer algo e já ficar por lá para ler o livro.

Praticamente devorei as cem primeiras paginas, e como o lugar estava muito cheio decidi ir para um bar pedir uma cerveja e continuar a leitura.

Lia cada pagina como se descobrisse minha essência, se encontrasse respostas para muitas de minhas perguntas e encontrasse discernimento para tantas angustias e duvidas. Por fim, encontrei algumas respostas e muitas, mas muitas perguntas que agora em êxtase por terminar de ler, entendo que preciso controlar essa minha imensa ansiedade em saber e descobrir tudo.

Fiquei pensativa, assim que li a ultima frase e fechei o livro.

Em todos esses anos relutei, fui descrente, fui presa a tantos preconceitos, tantas magoas por assim dizer, e agora percebo que tudo sempre, mas sempre mesmo vem na hora certa.

E uma imensa paz me preenche, tornando tudo tão fácil, tão leve!

E como se uma mão pousasse em meu ombro e me fortalecesse. Mais que isso, um amor muito maior que ainda me julgo incapaz de entender preenchesse todo meu peito antes vazio e triste.

Apenas queria compartilhar e registrar aqui um momento só meu de descoberta, de certezas e de paz.

Peço desculpa ao texto não muito elaborado, entenda que ele não é um desabafo e sim uma comemoração, ao meu jeito. Simples e com muita emoção.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Divagações.

Eu somente sei que não estou bem.

Não consigo enumerar, ou descrever ao certo.

Talvez tenha me acostumado a me sentir assim no fim.

Não sei se peço socorro, mas se pedir o que dizer?

Todos percebem, mas não consigo explicar a eles.

E os dias passam.

Conforme anoitece vejo que mais uma vez deitarei em minha cama e pedirei somente para dormir...

E sinceramente, tem vezes que não desejava acordar.

As lagrimas antes tão mais contidas, hoje já caem sem disfarces.

Não tenho mais nenhum desejo, ou ambição.

Apenas vivo o dia e cumpro minhas obrigações.

Elas também perderam a graça.

Parece que não sei mais interpretar os sinais,

Ou os ignoro.

Eu tento esquecer tudo.

Às vezes desejo acordar e não se lembrar de mais nada.

Eu prolongo tudo isso, por preguiça ou falta de vontade de me envolver de novo.

O cansaço de todas as minhas outras tentativas de sonhos esquecidos pela metade se faz tão presente.

As músicas sempre repetem, mas os lábios que beijo sempre são diferentes...

Ah eu gostaria de imaginar um mundo novo.

Para apenas fingir que estou nele.

Ainda sei que não acabou, que não preciso ter pressa, que tudo melhora.

Mas o otimismo não tem sido meu melhor companheiro esses dias.

Meus olhos pesados, e meus pensamentos mudos me calam diante dos fatos.

Eu não desejo nada, apenas gostaria que parasse de doer um pouquinho.

Só um pouquinho.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Meninas, mulheres, amentes e delicadas. - Continuação

“Nada é uma palavra esperando tradução....”

Antes de começar meu namoro com Rodrigo, estava convicta que era bissexual, gostava de ambos os sexos.

Tinha quatorze anos, quando fiquei com minha amiga.

Foi uma experiência única, onde percebi que realmente sentia “tesão” pelo sexo feminino, não passou de beijos e amassos, mas foi algo confidenciado a somente nos duas. Um segredo de meninas.

Como me apaixonei pelo  Rodrigo, até então meu amigo na sala de aula, decidi não ficar mais com ela, uma porque era só farra de sua parte e eu não gostava muito de traições.

Meu namoro com ele foi tranquilo no inicio, muitas descobertas de ambas as partes, com quinze anos perdi minha virgindade com ele. Foi um namoro bom, calmo, mas ele como um bom virginiano metódico me irritava um pouco. (risos).

Nosso namoro durou quase três anos, quase no final do namoro me via desesperada; meu desejo por mulheres estava se tornando extremo, com o simples fato de olhar e imaginar já me excitava por completa. Não me sentia completa com ele, faltava algo, ou como dizem tinha algo a mais (risos). Foi quando ele decidiu terminar o namoro, eu com quase dezessete anos me vi livre e desimpedida para satisfazer a minha curiosidade e necessidade.

Foi quando em março de dois mil e seis, houve a formatura de minha prima, Leticia, foi em Campinas. Tinha acabado de completar dezessete anos, e fui para a festa. Chegando lá, muita bebida, muitas pessoas felizes por concluírem a faculdade, festa e mulheres, mas somente uma me chamou atenção, Patrícia, prima de minha prima, dez anos mais velha, até hoje não consigo entender ou compreender direito o porquê que somente aquele dia me senti fascinada por ela.

Cabelos castanhos claros, olhos castanhos escuros, seu vestido longo verde, e um copo de uísque na mão. Um sorriso e pronto, lá estava eu olhando para ela.

Eu nunca havia bebido muito em minha vida, mas confesso que não justifico ou tento justificar meu olhar malicioso para ela.

A festa transcorria bem, e já estava dando sinal de fim, quando Patrícia já alcoolizada, dançando comigo, resolve em um dialogo pedir para acompanha-la ao banheiro.

Confesso, não imaginava o que estava por vir.

Ao chegar à cabine, entramos juntas, afinal ela estava um pouco “alegre” demais, e estava ajudando-a. Ao entrarmos, ela perguntou se eu ia usar o banheiro, e em uma negativa simples com a cabeça respondi. Não houve mais diálogos, ela apenas me puxou pela nuca e me deu um beijo.

Eu jamais conseguiria explicar todo o turbilhão de sensações e a umidade inegável entre minhas pernas.

domingo, 16 de outubro de 2011

Meninas, mulheres, amantes e delicadas.

Nunca entendi muito bem porque desde pequena sentia vontade de ficar mais próximo as minhas amigas.

Era sempre a menina-moleque, andava sem camisa, subia em arvores, empinava pipa, jogava futebol, taco, gostava de aventuras e de brincar de lutinha.

Era audaciosa, impulsiva, dinâmica, gostava de competir, de jogar vídeo-game, tinha vontade de descobrir um mundo só meu.

Fui descobrindo ao passar dos anos, ouvindo na escola aos 8, 9 e 10 anos que eu era maria-homem, maria-sapatão, nem sabia o que significava isso, apenas me ofendia e batia em quem me chamava assim.

Com onze anos, conheci uma coisa que até então desconhecia, a palavra “lésbica”, um amigo meu virou e perguntou se eu era lésbica, eu sem entender disse que não e nem sabia o que era isso. Ele me explicou que era meninas com meninas. Fiz a menção que não era, e fiquei até surpresa pois não sabia que existia isso.

Aos treze anos tinha uma melhor “amiga” como qualquer outra menina da minha idade.

Só que a diferença era, eu tinha ciúmes dela, vontade de ficar perto, olhava para ela com vontade de abracar e beijar. Fiquei em pânico, como eu, Rebeka, posso estar apaixonada pela minha melhor amiga?!

Depois de muito pensar, filosofar, ah sou uma boa pisciana que adora filosofar, decidi que não havia nada demais nisso, afinal qual o problema de gostar de uma mulher?

Foi quando na maior cara de pau do universo disse a minha mãe: - Mãe, se eu quiser ficar com uma mulher eu fico, se eu quiser ficar com um homem também fico.

E foi assim que sem perceber sai do armário. Logicamente minha mãe não levou a serio e um ano depois comecei a namorar o Rodrigo.

Continua....

sábado, 15 de outubro de 2011

Ser lésbica e Solteira - Parte VII

Existe sempre um ritual a ser cumprido.

Percebo que para mim tudo tem uma espécie de manual.

Sempre passo na mesma rua para trabalhar.

Sempre sento no mesmo banco no metro.

Sempre faço acendo um cigarro antes de escrever.

Todo esse meu lance metódico, me trás segurança e alivio.

Somente no amor não consigo ser tão regrada.

Entrego-me, é quase uma libertação da própria rotina que crio.

E quando estou sem ele, surto.

Fico tão presa nas minhas rotinas que acabo cometendo excessos para suprir essa ausência.

A intensidade como vivo tudo revela minha insegurança e ansiedade constante.

Talvez seja um ponto que sempre errei.

Jogar-me em romances intensos e desnecessários.

Mostrar toda minha essência em atitudes impensadas.

Não há riscos, sempre alívios.

Nessa minha introspecção percebi tantas falhas, e tantas qualidades que me fizeram repensar em todas minhas atitudes.

E como se criasse uma regra agora, não vou fazer tudo do mesmo jeito novamente.

Por mais que o impulso e ansiedade gritem para agir como sempre, me mantenho na defensiva.

Não sei se é amadurecimento ou um regresso. Apenas quero que quando aconteça eu não precise pensar em mais nada. Apenas me deixe levar por esse sentimento que me faz livre em meio a tantos padrões, regras e rotinas.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Eu cansei.

Ah cansei de escrever textos bonitos, quando na realidade estou de saco cheio.

Meu texto não tem titulo, nem um final, apenas palavras jogadas em meio a tanto clichês.

Todo mundo só quer um prazer momentâneo, ninguém liga para o amor.

De que adianta escrever sobre?

De que adianta viver esperando isso acontecer?

Porra!

Quem se importa com o que está acontecendo?

Just sex, now.

Vamos sempre celebrar o imperfeito.

Vamos todos ligar o foda-se e viver como se não existisse nada importante.

Vamos todos nos apegar as banalidades da vida e esquecer o romantismo de ver o sol nascer e brilhar para nos.

Afinal quem liga, afinal pra que ser romântico em um mundo de merda?


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Filosofias de um domingo a noite.

Ontem, após um questionamento comecei a pensar sobre.
Por que é tão mais fácil escrever quando se está triste?
Penso que, queremos sempre justificar nossa dor. Tentar mostrar para nos mesmo o porquê, e talvez assim amenizá-la. Compartilhar este sentimento para ver se ele cessa.
Estranho pensar assim. Mais estranho ainda é agir assim.
Já o amor,
Ah o amor!
Quem quer justificá-lo? O amor é apenas para ser sentido, intenso, pleno. Aquilo que te completa e ao mesmo tempo transborda em todas as suas vertentes.
Apenas isso. Só isso.

domingo, 9 de outubro de 2011

Ser lésbica e Solteira - Parte VI

Ontem tive vontade de desistir de tudo.

Ou pelo menos o tudo que representa minha vida.

Chorei como a muito tempo não chorava.

Sentia meu coração se esvaziar a cada lagrima.

Meu corpo pesava na cama, e me afundava ainda mais na solidão corriqueira.

E depois de tantos anos entendi novamente que não sou ninguém sozinha.

Não adianta insistir ou tentar, apenas fico sem brilho.

E meu choro tão desesperado só mostrou que pagar agora pelos meus erros é tão difícil.

Eu não sei mais qual verdade seguir, me sinto vazia.

Penso que todas as marcas em meu corpo me fizeram ser algo que agora não compreendo mais.

Tento ser forte, mas é tão inútil.

Se eu tentasse recolher todos os pequenos pedaços que restaram eu não reconheceria mais.

Seria um amontoado de sentimentos às vezes presente, às vezes ausente.

Eu não consigo mais fugir, o vazio está tão em mim.

Eu não quero mais mentir para mim mesmo, e dizer que está tudo bem.

Não está tudo bem.

E eu não sei por onde começar. Ou apenas não quero mais recomeçar.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ser lésbica e solteira - Parte V

"Quando você consegue compreender.

Tem sido assim meus dias desde que decidi me perdoar por erros cometidos.

Você parece enxergar o que antes parecia não existir.

O mundo muda de cor e você começa a perceber.

E então que seja doce....Mais uma vez."