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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Eu quero agora.



A ansiedade,
Desejo, impulso, ímpeto, inconsciente.
Acelera, desespera, como uma crise de abstinência eminente.
Controla, e torna meu ego tão imperativo.
Quero algo, quero alguém, quero agora, alguém que satisfaça, algo que preencha, algo que faça eu me sentir viva.
Como se fosse uma droga, me entorpece, me liberta, me salva.
Pele, cheiro, suor.
O depois, é tão insignificante, não preciso pensar nele, só preciso do agora.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Fetiche.




Vermelho.
Era essa a cor do esmalte.
Arranhões percorriam as costas dela, desenhando suas curvas.
Uma dança.
Roupas sendo descartadas a cada nota da música.
Algumas peças de roupa restaram no corpo que calçava um salto alto.
O sorriso de satisfação,
Era isso que dava o tom de dominação.
Palavras não eram necessárias.
Apenas os sentidos a flor da pele.
Pele.
Arrepiada, macia e suada.
A música acaba,
E o espaço é preenchido alguns outros sons.
“Me fode...”
“Não ainda não, agora você vai me obedecer...”
Um gemido,
De suplica, de prazer, de entrega.
Tortura, anseia, quer.
Puxa, joga, prende.
Dor.
Prazer.
Misturando todos os sentidos.
Intenso, não é mais que isso, é único.
O gozo.
A mordida nos lábios não abafa o grito de prazer e o corpo,
Treme, e não deixa se afastar.
No olhar,
O desejo ainda impera.
Só que agora,
Eu quero ser dominada.

"P.s. – Isso é ainda é um desejo, que eu tenho certeza que vou realizar o mais breve possível com você amor."

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Você


"Nosso ritmo.
Intenso, forte e quente.
Muito quente.
O seu beijo,
E que beijo.
Provando, provocando e me prendendo.
Perco o fôlego.
Querendo, pedindo, implorado.
Seu toque,
Mexendo com meus sentidos.
Instintivamente, apenas com meu olhar, você percebe.
Aquela nossa sintonia, que faz meu coração ficar descompassado,
Meu corpo, respondendo a cada toque com gemidos, sussurros e confissões.
Tremendo, molhado, entregue.
E nossos corpos já exaustos pedem um aconchego, mas a vontade não cessa.
Como se nossos olhos buscassem a vontade explicita deles.
Provando, provocando e nos perdendo mais e mais de uma vez."

quinta-feira, 29 de março de 2012

Desejo


Arde
 Queima
  Impulsiona
   Sede
    Necessidade
     Satisfaz
      Pulsa
       Não
        Não pare
         Ainda quero
          Me puxa
           Seu corpo
          Quente
         Suor
       Adoro
      Mais
     Assim
    Me diz
   Ai
  Eu quero
 Ai
Não...
*Aperta seu corpo contra o meu*
*Silêncio.*

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

E sendo assim eu deixo.
Não é amor é apenas alguma outra coisa.
Aqueles momentos que somente a emoção está presente.
E no nosso sussurro, leves confissões de que ainda não acabou.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012


Sinta.
Todo meu amor.
Intenso.
Quando sua pele toca.
Meu desejo.
Querendo te provar inteira.
Que queima.
Que quer fazer de mim só sua.
Satisfaz.
E se entregar para mim.
Permita.
Perca os sentidos.
E se perca.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Meninas, mulheres, amantes e delicadas. - Continação

E que beijo, nem percebi o meu vestido levantado na altura da cintura. Suas mãos percorriam meu corpo, seu beijo era urgente, minha respiração ofegante, e soltei um gemido quando a ouvi dizer:

- Sempre soube que você gostava, você me olhou a festa inteira.

Confesso que não senti nem um pouco de vergonha por isso, estava adorando aquela “pegação” que rolava no banheiro.

Ela sem nenhum pudor me prensou na porta e me tocou, ao sentir minha excitação ela gemeu e disse:

- Você esta uma delicia!

O pouco que tentava me conter para correspondê-la foi por água abaixo. Me entreguei totalmente a ela, ali mesmo, sem medos ou receios. O mais difícil foi me equilibrar quando ela decidiu dizer ao meu ouvido:

- Eu quero sentir seu gosto, quero te chupar inteira.

Alguém me explica como recusar isso?!

Nem percebi quando lá fora, minha prima e minha tia chamavam meu nome, preocupadas com minha possível bebedeira.

Respondi alguma coisa qualquer e tentava controlar minha respiração e gemidos.

Quando dei por mim, via minha tia gritando ainda mais do lado de fora e tive que tirar a Patrícia lá debaixo para sairmos, afinal sabe lá quanto tempo estávamos lá dentro.

E peguei pelo rosto e disse para ela com calma que precisávamos nos recompor, afinal a nossa tia estava lá fora.

O duro foi sair com aquela cara vermelha de dentro da cabine, ela bêbada nem se deu ao luxo de disfarçar enquanto eu ainda tentava me recompor.

Minha tia por sua vez, junto com Letícia minha prima, fingiram que nada viram e demonstraram uma certa preocupação com o fato de ter “passado mal” com a bebida.

Disse que estava bem e que não havia com o que se preocupar.

Todas resolveram sair do banheiro e irmos embora, Patrícia estava bem “alta” e iria dirigindo, fiquei preocupada e o que obtive como resposta foi ela apertou minha bunda e disse que estava tudo bem.

Nem preciso dizer que voltei para casa com um imenso sorriso para casa aquela noite né?!

Continua....

domingo, 18 de setembro de 2011

Ser lésbica e solteira - Parte I

"Eu decidi começar um projeto novo dentro de meu blog, como todos sabem estou solteira, e isso é algo inédito nessa minha vida.


E como sempre tive meu blog como refugio e terapia particular decidiram transcrever como é para mim de fato estar solteira e minhas primeiras experiências aqui.


Bem seu nome é:


Ser lésbica e solteira.


Espero que gostem.


Rebeka."

Ser lésbica e solteira – Parte 1.



Depois de tantos relacionamentos  meu coração exigia algo que ainda é muito difícil para uma pisciana como eu, ser solteira.

Eu com vinte e dois anos estou aprendendo como é amar a você, não que isso seja um clichê barato para apenas confortar corações solitários. É a realidade, não basta você amar, doar, ser, com outro alguém, o importante é você, seu eu, aquele que você sempre esquece quando toma a sua frente um relacionamento.

Após o termino de um relacionamento sempre o que sobra são incertezas, onde e como tudo aconteceu, por que aconteceu.  Vem aquela famosa fossa, não precisa ser necessariamente relacionada a pessoa, mas a você, quem era eu? Já desconhecia, já não sabia, meus gostos já tinham se tornado tão dos outros, minha rotina já tinha se tornado tão dos outros. É realmente estranho olhar para você e não perceber o que aconteceu, sendo que a pouco você estava feliz, mas a felicidade em si não vinha de seu brilho, e sim de quem te acompanhava, já que a mesma se tornou seu guia.

Então, começar a gostar e amar você, que é uma completa desconhecida é algo realmente bizarro.

E aqui estava eu, minha primeira semana solteira.

A carência era tão gritante que ansiava um carinho mas sem qualquer envolvimento.

Era quinta-feira, após o almoço, eu e Fábio, meu amigo/irmão , estávamos conversando e eu confessei:

- Quero sexo!

O olhar surpreso e malicioso de meu amigo foi engraçado o que me fez rir imediatamente após a frase.

Ele logo sugeriu:

- Tenho uma amiga que esta na mesma “vibe” que você.

Eu como uma boa pisciana que adora uma sacanagem pergunto:

- Bonita?

- É, é a Ingrid, estava conosco no Barbaro, mas provavelmente você não se lembra. (Neste episodio estava totalmente bêbada, e realmente não lembro dela).

- Hum, mas vai ser assim, conhecer e já sexo?

- Ahhhh, me empresa seu telefone.

Logo já estava ele ligando, como uma boa bicha amiga (risos), ele já estava conversando com ela:

- Ingrid, é o Fabio, tudo bem? Então tenho uma amiga minha que quer sexo, já se depila ai que nos vamos passar a noite na sua casa!!!!

Eu ria desesperada ainda mais quando ele disse para eu conversar com ela.

- Oi. (mais tímido impossível)

- Olá, então vamos nos ver a noite?

- Tudo bem, saímos do serviço as 17:30, ai passamos na sua casa para bebermos algo.

A conversa foi rápida, porem com uma recém-expectativa criada.

Nunca me imaginei fazendo isso, sexo por sexo, era algo inexistente para mim, sempre tinha de haver um envolvimento.

Mas não é que eu gostei dessa brincadeira?

A noite passamos em sua casa, e depois de um dialogo sem muita importância decidimos vir para minha casa, afinal moro sozinha e poderíamos ter a privacidade necessária.

Ao chegar logo decidi pegar umas cervejas no bar para perdemos a timidez. E deu certo, após alguns copos já riamos e parecíamos amigas de infância.

Demorou um pouco, mas depois de provocar de forma bem direta consegui o que eu queria.

- Você está muito mole! (disse a ela sem o menor pudor).

Seu olhar surpreso foi logo substituído por uma resposta a altura:

- Não estou sendo não!

E assim foi o primeiro beijo, quente, molhado e urgente.

Como estava sentada ao seu lado, resolvi mudar de posição e provoca-la um pouco mais, sentei no seu colo sem interromper o beijo.

O suspiro que ela soltou quando sentei me excitou ainda mais, o que me encorajou a investir mais e deixar minha boca até seu pescoço.

Quando dei por mim já tinha arrancado minha regata e já queria sentir seu sexo, ah e como ele estava molhado,  logo propus para irmos para a cama.

Levantamos e caminhamos apressadas para o quarto, não me fiz de rogada e logo a deitei na cama e fui tirando sua calça, queria sentir seu gosto, suga-la até o ultimo, e não perdi tempo já logo desci e satisfiz minha vontade.

Seu gemido foi único assim que a toquei com minha língua, um leve tremor o acompanhou.

Após algum tempo, e tentativas de completar a frase ela pediu:

- Deixa eu te chupar agora?!

E como recusar?

Apenas deitei e deixei que ela fizesse o que quisesse de mim. E não posso negar que ela sabia muito bem o que estava fazendo, meu corpo respondia inteiramente os movimentos dela e não demorou muito para ela conseguir o que ela queria.

Gozei gostoso, mas queria mais, muito mais.

Queria senti-la, queria sentir ela com meu toque.

Toquei-a com urgência, seu gemido dessa vez foi alto, tocava e a chupava junto, nossa e como ela rebolava gostoso para mim. Rápido, um ritmo só. Ela gozou deliciosamente em minha boca.

Já logo a beijei novamente, queria sentir seu sexo junto ao meu.

Logo me deitei sobre ela, enquanto ela me olhava curiosa do que estava por vir, ao entender o que eu queria ela abriu suas pernas e facilitou o encaixe.

Nossos sexos molhados pela excitação faziam com que o movimento de vai e vem fosse intenso, beijos e gemidos regiam nossa sintonia, seu corpo junto ao meu, palavras sem sentidos e a única certeza de que o auge do prazer estava próximo, apertei-a e disse junto ao seu ouvido:

- Vou gozar bem gostoso para você, vem comigo?

Ao findar a frase já sentia em seu corpo os espasmos, e sua respiração muito alterada junto como nossos gemidos em conjunto.

Deixei-me cair sobre seu corpo e terminei apenas com uma frase:

- Você é deliciosa.

sábado, 10 de setembro de 2011

É tudo tão simples.

Ao acender o cigarro no fumodromo, Renata senta ao meu lado pedindo o isqueiro.

Compartilhamos nossas experiências, ambas frequentando a primeira vez uma casa de Swing.

Meu Uísque já estava ficando aguado quando decidimos entrar no quartos.

Entramos em uma sala/quarto onde as pessoas podiam assistir tudo que estava prestes a acontecer.

É tão fácil, pensar em como tirei sua roupa e deixei-a caída ao chão enquanto a beijava, ao espiar lá fora e ver varias pessoas homens e mulheres matando a curiosidade em ver duas mulheres transando.

Isso me excitava ainda mais.

A conduzi até o sofá e deitei sobre ela, louca para sentir seu sexo todo molhada.

Olhei para trás e dei um sorriso de satisfação ao ver tantos espectadores.

A toquei de leve, seu corpo com a penumbra do ambiente era fantástico, sua pele era macia, uma morena muito gostosa.

A cada toque seu corpo arqueava me dando mais prazer em observa-la.

Sentia que seu gozo estava próximo quando parei e pedi para q ela me chupasse, seus olhos denunciavam o desejo.

Ela me dominou com suas mãos e me deitou com pressa, beijou meu corpo até descer ao meu sexo, me chupou forte, com tesão, me fazendo gemer e pedir mais.

A nossa plateia muito animada queria ver ambas chegando ao ápice, e confesso que não demorei nada, até ela propor vamos para outro quarto?

Saímos andando nuas pelos corredores escuros, sem pudores, carregando as roupas até um quarto mais reservado.

A surpresa foi quando entramos e vimos um casal de meninas e mais surpresa ainda quando elas pediram para nos participarmos.

Renata me olhou como quem pede permissão, eu apenas deixei minhas roupas e já beijei a loira enquanto sua morena a chupava.

Renata ficou olhando alguns segundos e depois resolveu entrar na dança.

Sentir quatro mãos te acariciando enquanto uma terceira pessoa te chupa é realmente algo indescritível, e só olhar as três se divertindo e rindo, procurando como satisfazer é algo sensacional.

Eram beijos, corpos, gemidos, sensações jamais sentidas que aconteceram ali.

E o que fica hoje é uma deliciosa lembrança e uma certeza provavelmente irei repetir isso.