E como sempre tive meu blog como refugio e terapia particular decidiram transcrever como é para mim de fato estar solteira e minhas primeiras experiências aqui.
Bem seu nome é:
Ser lésbica e solteira.
Espero que gostem.
Rebeka."
Ser lésbica e solteira – Parte 1.
Depois de tantos relacionamentos meu coração exigia algo que ainda é muito difícil para uma pisciana como eu, ser solteira.
Eu com vinte e dois anos estou aprendendo como é amar a você, não que isso seja um clichê barato para apenas confortar corações solitários. É a realidade, não basta você amar, doar, ser, com outro alguém, o importante é você, seu eu, aquele que você sempre esquece quando toma a sua frente um relacionamento.
Após o termino de um relacionamento sempre o que sobra são incertezas, onde e como tudo aconteceu, por que aconteceu. Vem aquela famosa fossa, não precisa ser necessariamente relacionada a pessoa, mas a você, quem era eu? Já desconhecia, já não sabia, meus gostos já tinham se tornado tão dos outros, minha rotina já tinha se tornado tão dos outros. É realmente estranho olhar para você e não perceber o que aconteceu, sendo que a pouco você estava feliz, mas a felicidade em si não vinha de seu brilho, e sim de quem te acompanhava, já que a mesma se tornou seu guia.
Então, começar a gostar e amar você, que é uma completa desconhecida é algo realmente bizarro.
E aqui estava eu, minha primeira semana solteira.
A carência era tão gritante que ansiava um carinho mas sem qualquer envolvimento.
Era quinta-feira, após o almoço, eu e Fábio, meu amigo/irmão , estávamos conversando e eu confessei:
- Quero sexo!
O olhar surpreso e malicioso de meu amigo foi engraçado o que me fez rir imediatamente após a frase.
Ele logo sugeriu:
- Tenho uma amiga que esta na mesma “vibe” que você.
Eu como uma boa pisciana que adora uma sacanagem pergunto:
- Bonita?
- É, é a Ingrid, estava conosco no Barbaro, mas provavelmente você não se lembra. (Neste episodio estava totalmente bêbada, e realmente não lembro dela).
- Hum, mas vai ser assim, conhecer e já sexo?
- Ahhhh, me empresa seu telefone.
Logo já estava ele ligando, como uma boa bicha amiga (risos), ele já estava conversando com ela:
- Ingrid, é o Fabio, tudo bem? Então tenho uma amiga minha que quer sexo, já se depila ai que nos vamos passar a noite na sua casa!!!!
Eu ria desesperada ainda mais quando ele disse para eu conversar com ela.
- Oi. (mais tímido impossível)
- Olá, então vamos nos ver a noite?
- Tudo bem, saímos do serviço as 17:30, ai passamos na sua casa para bebermos algo.
A conversa foi rápida, porem com uma recém-expectativa criada.
Nunca me imaginei fazendo isso, sexo por sexo, era algo inexistente para mim, sempre tinha de haver um envolvimento.
Mas não é que eu gostei dessa brincadeira?
A noite passamos em sua casa, e depois de um dialogo sem muita importância decidimos vir para minha casa, afinal moro sozinha e poderíamos ter a privacidade necessária.
Ao chegar logo decidi pegar umas cervejas no bar para perdemos a timidez. E deu certo, após alguns copos já riamos e parecíamos amigas de infância.
Demorou um pouco, mas depois de provocar de forma bem direta consegui o que eu queria.
- Você está muito mole! (disse a ela sem o menor pudor).
Seu olhar surpreso foi logo substituído por uma resposta a altura:
- Não estou sendo não!
E assim foi o primeiro beijo, quente, molhado e urgente.
Como estava sentada ao seu lado, resolvi mudar de posição e provoca-la um pouco mais, sentei no seu colo sem interromper o beijo.
O suspiro que ela soltou quando sentei me excitou ainda mais, o que me encorajou a investir mais e deixar minha boca até seu pescoço.
Quando dei por mim já tinha arrancado minha regata e já queria sentir seu sexo, ah e como ele estava molhado, logo propus para irmos para a cama.
Levantamos e caminhamos apressadas para o quarto, não me fiz de rogada e logo a deitei na cama e fui tirando sua calça, queria sentir seu gosto, suga-la até o ultimo, e não perdi tempo já logo desci e satisfiz minha vontade.
Seu gemido foi único assim que a toquei com minha língua, um leve tremor o acompanhou.
Após algum tempo, e tentativas de completar a frase ela pediu:
- Deixa eu te chupar agora?!
E como recusar?
Apenas deitei e deixei que ela fizesse o que quisesse de mim. E não posso negar que ela sabia muito bem o que estava fazendo, meu corpo respondia inteiramente os movimentos dela e não demorou muito para ela conseguir o que ela queria.
Gozei gostoso, mas queria mais, muito mais.
Queria senti-la, queria sentir ela com meu toque.
Toquei-a com urgência, seu gemido dessa vez foi alto, tocava e a chupava junto, nossa e como ela rebolava gostoso para mim. Rápido, um ritmo só. Ela gozou deliciosamente em minha boca.
Já logo a beijei novamente, queria sentir seu sexo junto ao meu.
Logo me deitei sobre ela, enquanto ela me olhava curiosa do que estava por vir, ao entender o que eu queria ela abriu suas pernas e facilitou o encaixe.
Nossos sexos molhados pela excitação faziam com que o movimento de vai e vem fosse intenso, beijos e gemidos regiam nossa sintonia, seu corpo junto ao meu, palavras sem sentidos e a única certeza de que o auge do prazer estava próximo, apertei-a e disse junto ao seu ouvido:
- Vou gozar bem gostoso para você, vem comigo?
Ao findar a frase já sentia em seu corpo os espasmos, e sua respiração muito alterada junto como nossos gemidos em conjunto.
Deixei-me cair sobre seu corpo e terminei apenas com uma frase:
- Você é deliciosa.
2 comentários:
Tá curtindo hein Piveta!
Demorou!!
Genteeeeeeee!
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